quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Anjo solitário e falho foge com suas asas feridasRetorna ao meu jardim após a quietude de um anoitecerArrebata meu coração com beijos mórbidos e ávidosAprofundando-se na escuridão em meu ser.Melancólico sorriso que extasia meus sonhos inocentesQue me arrasta para si em um sopro gélido extenuanteCondenando-me a ser prisioneiro em seus braçosMinha alma esvaece em seus lábios neste instante.Não seque mais as lágrimas que escorrem encobrindo a verdadeNão há arrependimento na existência de sentimentoNão rasgue meu peito com a lâmina do destinoPois eu morro, e alguém aspira meu único momento.A chama que aquece meu corpo queima e carboniza (...)

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