quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Quando a lua cheia No céu começa a brilhar, Ouço ao longe, De tuas asas o rufar. Corro a abrir a janela Para que possas entrar. Quando adentras meu quarto, És outro bem diferente. Tuas asas desaparecem, Surge uma mulher sedutoraE por demais atraente. Teus olhos verdes me atraem Brilhando na escuridão E, quando de mim te aproximas, Entrego-me a teus desatinos. Tuas pontiagudas e brancas caninos Perfuram-me a jugular macia E o sangue me sugas Com sofreguidão. Desfaleço em teus braços, Meio morto de amor e paixão. És minha vampira das noites de lua, E eu a presa que te sacia

Nenhum comentário: