terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A lua anuncia que meu turno começouAbandono meu covil e caminho por ruas sombrias Apenas com minha espada ao alcance das mãos Meus olhos acostumados a séculos com a penumbra ,me guiam até o oponente Cabeças começam a rolar ,o metal frio reflete o ódio em meus olhos A sede de sangue não passa na primeira centena ,eu quero vê-los contrairem-se de dor Implorarem por suas vidas miseráveis e no fim ,apenas ver os olhos vazios daqueles que enviei para o inferno Sei que mesmo com todo sangue derramado ,não me sinto livre do ódio insano que me enlouqueceAs noites são feitas para matar e não mais para sonharA mente não traz lembranças boas ,o sol foi esquecidoE a pele gélida e alva não oferece mais calor algumNão há sorriso na face impassível daquela que foi um Anjo e hoje é uma assassinaUma guardiã da noite ,uma coletora de almas!

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