terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Perdoe-me minha fraqueza ò doce anjo,mas naum mais consigo agarrar-te, pois minhas mãos jah cansadas sangram aos prados celestes Perdoe-me meu olhar triste e vago,mas minha visão c perdeu no limbo dos covardes.Perdoe-me minha frieza,mas não mais fervoroso minha alma inunda em terras congeladas onde seu toque não passa de uma brisa sofocada.Perdoe-me meus ouvidos,mas eles foram enterrados a minha carcaça q jah naum mais podem ouvir seus doceis murmurios.Perdoe-me minhas lagrimas, mas elas incistem em trazer cicatrizes q o tempo jamais ira apagar.Perdoe-me meus lamentos, mas eles saum os restos d uma suplica infame e esquecidaPerdoe-me minhas blasfemias, mas naum mais crente, conformo-me com a solidão espirutual q c submete minha almaperdoe-me minha imolada vida, mas vomitado ao jorrar de vermes,sois agora mais um decadente,um anjo ao rasgar das nuvens negras,um relampago pingante de odor,um lobo uivante as suplicas da lua.Sois o erotico sem a luxuria,sois a escravidão da perplexa demencia.Perdoe-me meu doce anjo...Perdoe-me meu amado anjo...Mas o labirinto eh tão escuro e a luz eh tão pouca...
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