terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Sombras românticas de um doce toque de terror C formam no museu de lagrimas D um fervor aflito transformado-se em agonia São as mais simbólicas demonstrações de um poeta de porcelana Q bebe o drink da meia noite Sob as pálidas e estonteantes brisas do luar És um simples cordeiro exiladoLonge das emboscadas enigmáticas q cercam o horizonte Misericordioso és seus desejos insanos Q c transforma em orgasmo resplandecente O sangue q cai deslizante sob as curvas do seu corpo Abracemos a morte em sua forma mais cruel Tiramos dela o sustento escarlate da aurora boreal Q como um raio,faz com q minha mente suicida c vingue De c mesmo,sob os aspectos tristes e melancolicos de minha alma Sua pele toca o meu olhar Como um beija flor q c alimenta do néctar de uma rosa Sinto meu corpo paralisar Quando a ti meus sentidos vêem despertar Dos meus gritos mais maquiavélicos Surgem a desesperança de uma forte decadência És aqui a trilha da demência Q lhe mostra as faces do demônio descartável Q usado muitas vezes,perde seu papel na historia Seu inferno foi congelado pelos seus próprios hábitos Seu céu virou um poço ardendo em magma São os delírios de um poeta Q escuta em seu caminhar O uivo depressivo d um lobo solitário Q como um pequeno anjo vê seus desejos mais insanos cintilarem Como pecados perante o trono d deus Q observa o enigma em sua mente Fazendo parte junto a ti do teatro da tragédia Onde sua dor muitas vezes pode apenas representar Uma atuação sem brilho de uma alma partida Não acredite no sol da manha Não acredite no surgimento das estrelas Não espere q a platéia lhe aplauda Faça seu espetáculo para os ratos Apenas escutando o ranger das portas enferrujadas Reverencie o nada De as costas e as cortinas c fechara Selando sua apresentação Mesmo sendo uma idéia insana É o suicídio solitário de um poeta de porcelana
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