terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Rabiscando em folhas Desejos obscuros De um novo mundoem meus sonhos Desabafando a ansiedadeem cantos escuros Transformando as doces lágrimas de tristezaem sangue Sob o cálice de cor escarlate Sou fruto da escuridão,Agora poeta das trevas Por trás das sombras, minha alma Quando refletida ao mar O doce pesadelo vira realidade espíritos da dor venham até a mim que nos inspiram em mais uma vezescrever, escrever, escrever sobre minhas feridas dos amores inacabados O sentimento do ódio é tudo o que tenho solidão é tudo o que me resta meu coração aprisionado libertado será apenas na condição da dor eterna A sete palmos do chão Renascie nas sombras viverei Rosas negras, manchadas de sanguedo próprio sangue dos autores da poesia da vida a letra da morte Em meus olhos as sombras das noites passadasao som da melodia da noitei luminado pela lua cheia para sempre poetas das trevas...
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