sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Eu respiro o perfume do lírio do campoQue já não sustenta mais de angúnstiaSangram as lágrimas que caem...Suspira à saudade que varre as lembranças..Quero cair....quero me jogar ao longe onde nada mais me acolheráQuero derramar sozinha minhas lágrimasComo o lírio, quero me isolar...mesmo que eu sangre até a sublime morte...Quero deitar-me sob a terrae observar a beleza de estar vulnerável e sozinhaSer absorvida para seu interiorSer parte da sua essência

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