sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

[i][red]Rabiscando em folhas Desejos obscuros De um novo mundo em nossos sonhos Desabafando a ansiedade em cantos escuros Transformando as doces lágrimas da tristeza em sangue Sob o cálice de cor escarlate Somos frutos da escuridão, Agora poetas das trevas Por trás das sombras, nossa alma Quando refletida ao mar O doce pesadelo vira realidade espíritos da dor venham até a nós que nos inspiram em mais uma vez escrever, escrever, escrever sobre nossas feridas dos amores inacabados O sentimento do ódio é tudo o que temos solidão é tudo o que nos resta nossos corações aprisionados libertados serão apenas na condição da dor eterna A sete palmos do chão Renascemos e nas sombras viveremos Rosas negras, manchadas de sangue do próprio sangue dos autores da poesia da vida a letra da morte Em nossos olhos as sombras das noites passadas ao som da melodia da noite iluminados pela lua cheia para sempre poetas das trevas

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