sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Lavo minhas mágoas,Enquanto a chuva desliza sobre o meu rosto,Embriagando completamente,Só assim consigo tomar,Um pequeno gole do cálice da mentira,E esquecer o mundo em que vivoPois, a verdade é dolorosa,E nem o mais belo sorrisoPode curar as marcas que ela deixaDentro de minha alma.Sou uma sombra:Por entre os galhos, solidão,Em cima das pedras meus passos,Lentos e calmos,Começa a chover, molhando meu corpoEncurvado pelo tempo,Mais adiante uma colina,De longe ouço o canto dos pássaros,Meus olhos entristecidos vêem chegar um amigo,Surge então, um sorriso em minha face melancólica,Mas, passo como uma sombra em um dia escuro,E meu rosto volta a sua dor original ...
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