sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Oh! rosas do cemitérioOnde enterraste meu coraçãoEstás ao lado do teu sepúlto?Oh! girassol sem solPermita-me ficar sóbrio diante de tua rosaConseguirei ficar sóbrio diante desta flor?Rosa, amo-te na imensidão de minha existênciaNa inabalável dualidade de nossa uniãoHoras providos e desprovidos de pazGirassol, cujo confunde-lheSerei dono de tua rosa no cemitérioDesse modo, creio eu que obterei teu coração

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